Golpista de Itamaraju se passava por funcionário da funerária Teófilo Ótoni para roubar idosos, está preso


Vivaldo é acusado de ter aplicado o golpe em uma idosa em Itabatã

Vivaldo Martins da Silva foi preso na manhã desta sexta feira (10), por policiais militares lotados na 89ª CIPM de Mucuri. Vivaldo é acusado de se passar por funcionário de uma funerária para aplicar golpes em idosos.

Vivaldo é acusado de ter aplicado o golpe em uma idosa, na última nesta quinta feira (09), de quem levou a quantia de R$ 2.000 (dois mil reais). O golpista se apresentava na casa das pessoas se passando por um funerária muito conhecida na região, dizendo que a pessoa estava em dívida com o plano funerário para tomar o dinheiro, geralmente de pessoas idosas.

Nesta sexta feira, um dos netos da idosa que foi lesada, saiu na captura do golpista, quando Vivaldo percebeu a presença do neto da idosa saiu em alta velocidade pelas ruas de Itabatã. A polícia já havia sido alertada sobre a presença do meliante e assim como o neto da dona Elisa, também saiu na captura do fugitivo.

O neto de dona Elisa, identificado por Israel, que estava mais próximo do bandido, passava as informações para os policias, na Rua Laranjeira, um policial conseguiu deter o fugitivo.

Durante a ação, em um cruzamento, o neto da idosa acabou colidindo a motocicleta com a lateral de uma viatura que estava chegando para dar suporte a ação, Israel teve algumas fraturas, foi socorrido para o hospital local e não corre risco de morrer.

Segundo informações, o acusado já está acostumado a aplicar este tipo de golpe, tanto em Itabatã como em outros distritos, como é o caso de Santo Antonio, distrito de Teixeira de Freitas onde algumas pessoas foram lesadas pelo golpista.

No momento em que foi descoberto, Vivaldo estava preparado para atacar nova vítima. O golpista usava uma moto Bros placa policial NZO 8557, licenciada em Prado- BA, para visitar os clientes. O suspeito chegava na casa dos idosos e se passava por funcionário da funerária Teófilo Otoni com filial em Posto da Mata e em nome da funerária fazia a cobrança, geralmente exorbitante.

PHOTO JORNALISMO / Com informações de Neuza Brizola