Falsa mãe teria inventado rapto para encobrir aborto e manter relacionamento


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Em depoimento na 8ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior, Maria Aparecida Silva Jardim, de 34 anos, confessou ter criado a história do falso rapto.

Após exames realizados na Unidade Municipal Materno Infantil (UMMI), os médicos descobriram que Maria não estava grávida, como contou à Polícia na última terça-feira, 8 de agosto, ao chegar na delegacia com um falso sangramento.

Maria disse ao delegado plantonista, Júlio César Telles, que tinha acabado de dar à luz e o bebê havia sido raptado por uma mulher desconhecida a quem teria pedido ajuda para chegar até a maternidade. Nesta quarta-feira, Maria confessou ter inventado toda a história para encobrir um aborto.

Entenda

De acordo com o que foi apurado pela Polícia, Maria teria engravidado no fim do ano passado e acabou rompendo o relacionamento como pai da criança. Ela estava no quinto mês de gestação e com a ajuda de uma colega tomou duas pílulas Citotec para abortar o bebê.

No entanto, meses após o aborto, Maria acabou reatando com o ex-companheiro e decidiu manter a falsa gestação até os 9 meses, com medo de que ele voltasse a terminar o relacionamento.

No dia do falso rapto, Maria teria pedido carona a uma mulher que dirigia um carro de passeio na cor prata, e que lhe deixasse na ladeira do cemitério.

Segundo a Delegada Valéria Fonseca, da 8ª COORPIN, Maria que aparentou não estar bem psicologicamente, foi liberada e aguardará pela conclusão do inquérito em liberdade.