Mayra Brito (PP) e Lindão do (PT) fazem passeata pelas principais ruas da cidade de Prado.


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Neste sábado dia 03 a coligação “Prado no Rumo Certo”, de Prado, encabeçada pela candidata a prefeita Mayra Brito (PP), o candidato a vice-prefeito “Lindão” (PT), lideranças partidárias e todos os candidatos a vereador do grupo situacionista realizaram uma Carreata pelas principais ruas e avenidas da cidade Prado.

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Simpatizantes acompanharam a passeata que saiu da praça do Mineiro, e percorreu as principais ruas dos Bairros; São Brás, São Sebastião e o centro de Prado. O comércio parou. O trânsito chegou a ficar engarrafado em alguns pontos do trajeto, sobre tudo na avenidas Itamaraju, Wilson Alves de Souza e 02 de Julho.

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A candidata Mayra Brito disse que o povo saiu de suas casas e foi as ruas manifestar o seu apoio à candidatura que representa a continuação do progresso. ” O povo veio dizer que não quer se meter em aventuras. Quer um prefeito(a) que conhece o município e tem proposta para resolver qualquer problema que apareça”, salientou a progressista.

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Já o ex-prefeito Jonga Amaral, que apoia a candidatura de Mayra Brito e Lindão, acredita que a caminhada foi a maior da história de Prado. “Já participei de muitas caminhadas em outras campanhas, mas igual a essa, nunca vi”, afirmou o ex-prefeito.

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Por: Claydson Motta

Dilma discursa no julgamento final do processo de impeachment no Senado.


Brazil's President Dilma Rousseff gestures during the welcome ceremony of the the MERCOSUR Summit of Heads of State and Associated States at Itamaraty Palace in Brasilia, Brazil, on July 17, 2015. AFP PHOTO/EVARISTO SA        (Photo credit should read EVARISTO SA/AFP/Getty Images)

 

A presidente afastada Dilma Rousseff começou a discursar às 9h53 desta segunda-feira (29)  em defesa própria no julgamento final no processo de impeachment.

Dilma iniciou o discurso fazendo referência à tortura que sofreu como presa política durante a ditadura militar e dizendo que, em seu mandato, defendeu a Constituição e que jamais agiria contra a democracia.

“Sempre acreditei na democracia e no estado de direito. Jamais atentarei contra o que acredito ou praticaria atos contra os interesses daaqueles que me elegeram”, afirmou a presidente afastada na parte inicial de sua fala.

A sessão foi aberta às 9h38. Depois disso, o presidente do julgamento, ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, pediu ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), para introduzir a presidente afastada no recinto. Dilma sentou-se no extremo da mesa, à esquerda de Lewandowski.

As regras do julgamento estabeleceram 30 minutos para o pronunciamento de Dilma – período que poderá ser prorrogado. Em seguida, ela será interrogada pelos senadores, pela acusação e pela defesa.

Até a última atualização desta reportagem, 47 senadores estavam inscritos para fazer perguntas, pelo tempo de 5 minutos cada. Dilma terá o tempo que for necessário para responder as questões.

A presença de Dilma no julgamento marca a fase final do processo, iniciado em dezembro do ano passado, quando o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), aceitou uma denúncia apresentada pelo advogado Hélio Bicudo, pela professora Janaína Paschoal e pelo jurista Miguel Reale Jr.

A decisão final, pela condenação ou absolvição da petista, deve ocorrer entre terça e quarta-feira (31), após debate entre acusação e defesa e novas manifestações do senadores. São necessários 54 votos entre os 81 senadores para o afastamento definitivo da petista.

Para a sessão desta segunda, Dilma convidou 18 ex-ministros, entre os quais Ricardo Berzoíni, Carlos Gabas, Jaques Wagner e Juca Ferreira, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o cantor e compositor Chico Buarque de Hollanda. Os convidados ficaram na galeria do Senado, acima do plenário.

A cada quatro horas, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que comanda o julgamento, poderá interromper a sessão para intervalos de cerca de 30 minutos, conforme roteiro estabelecido previamente com os senadores.

Nos intervalos, Dilma poderá se dirigir para a sala de audiências da presidência do Senado, anexo ao gabinete do presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL). No local, a presidente afastada poderá estar acompanhada de quem desejar com lanches e refeições.

Na semana passada, entre quinta (25) e sábado (27), os senadores ouviram as testemunhas de defesa e de acusação no processo. Ao longo de três dias, os parlamentares fizeram inúmeros questionamentos aos depoentes, colheram informações e pediram esclarecimentos.

 

G1

Eleições 2016: Candidato da Oposição Gilvan Produções Realiza Caminhada pelas ruas de Prado.


Os candidatos Gilvan Produções (PMDB), e Dr. Carlão (PCdoB), prefeito e vice-prefeito, realizaram no último sábado (27), uma caminhada pelas ruas da cidade de Prado.

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A caminhada teve como ponto de concentração a Praça do Mineiro, no Bairro São Brás, e seguiu pelas ruas e avenidas, encerrando com um comício na Praça da Feira do Bairro São Sebastião.

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Além da presença de Gilvan Produções e Dr. Carlão, participaram também os candidatos a vereador da coligação e lideranças políticas locais.

 

Texto: Claydson Mota

À margem da crise, vereadores de Prado aprovam aumento salarial que pode chegar à 30% nos próprios salários


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A crise financeira que abala o País passa longe da Câmara Municipal de Prado, no extremo Sul da Bahia. Os vereadores aprovaram em primeira votação um projeto de lei que concede um reajuste que pode chegar a 30% do salário dos vereadores da cidade.

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s vereadores que recebiam 5 mil reais, agora irão receber cerca de R$ 7.596,67. Entretanto quase todos os vereadores da casa preferiram aprovar a medida, o único contrário foi o vereador Felipe Tavares. Já a vereadora Bruna Diorno informou que, no dia da votação não compareceu na sessão.

Em entrevista ao site Prado Notícia, o vereador Tavares explicou os motivos de votar contra o aumento. “Votei contra o aumento porque é uma afronta à situação que a nossa população enfrenta em todo o Brasil”, relata.

Segundo o vereador, ele apresentou um projeto de lei que reduziria o salário dos vereadores, de 5.000,00, para R$ 1.069,05 mais não foi aprovado pelos parlamentares.

Dada a situação financeira do país e do próprio duodécimo da Câmara Legislativa do Prado, que não chegam aos R$ 200 mil reais, será muito difícil garantir o teto máximo, assim como a repercussão negativa na sociedade pradense, em época de corte de gastos públicos.

A segunda votação vai acontecer nesta terça-feira (23), a partir das 09h00, na Câmara Municipal de Prado.

 

Como as Redes Sociais deve impactar nestas eleições Municipais


A smartphone user shows the Facebook application on his phone in the central Bosnian town of Zenica, in this photo illustration, May 2, 2013. Facebook Inc said July 24, 2013 that revenue in the second quarter was $1.813 billion, compared to $1.184 billion in the year ago period.  REUTERS/Dado Ruvic /Files (BOSNIA AND HERZEGOVINA - Tags: SOCIETY SCIENCE TECHNOLOGY BUSINESS)

Com menos tempo de propaganda no rádio e na televisão e sem doações de empresas para candidatos, o peso das redes sociais nas campanhas deve crescer nas eleições municipais de 2016. No entanto, os possíveis postulantes ainda não estão aproveitando o potencial delas, avaliam especialistas em marketing e política.

No ano passado, o Congresso aprovou a mudança no financiamento e diminuiu em quase um mês e meio o tempo oficial da campanha, que começará em 15 de agosto. Além disso, o período de propaganda eleitoral no rádio e na televisão caiu de 45 para 35 dias.

Entender o que os eleitores querem saber é importante porque, nesta eleição, a internet vai ser protagonista, segundo a avaliação de Rafael Araújo, professor de ciência política da FESPSP (Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo) e da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo). “Principalmente pela mudança de financiamento. Hoje, é uma obrigação ter uma campanha nas redes. Elas têm pautado a mídia tradicional. Seria burrice desperdiçar isso. [Os candidatos] têm de se apropriar da rede”, diz.

 

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Prefeito de Alcobaça é multado pelo TCM


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Nesta quarta-feira (17/08), o Tribunal de Contas dos Municípios multou em R$8 mil o prefeito de Alcobaça, Bernardo Olívio Firpo Oliveira, por irregularidades formais na contratação, sem licitação, da empresa Penitente & Rodrigues, ao custo de R$1.069.403,70, para a prestação de serviços de limpeza pública urbana no exercício de 2013.

A relatoria acatou a defesa do gestor, afastando a hipótese de fabricação de situação emergencial pelo gestor no sentido de favorecer a empresa contratada. Contudo, na formalização da dispensa de licitação foram ignoradas exigências legais, como a ausência de certidões de regularidade perante o FGTS nos processos de pagamento, de indicação da pessoa responsável pela fiscalização do contrato, de publicação da dispensa de licitação e do contrato e de demonstração da compatibilidade com os preços praticados no mercado.

 

(Da redação TN)

Dívida: Suspeito é preso e confessa duplo homicídio na 101


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A prisão de Fidelcino Oliveira dos Santos de 51 anos, ocorreu na manhã desta segunda-feira, 15 de agosto, durante o trabalho investigativo da Polícia Civil em Itamaraju.

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Ele confessou a autoria de um duplo homicídio ocorrido por volta das 22 horas deste domingo, 14 de agosto, às margens da BR 101, na altura do km 828, próximo a fazenda Colatina em Itamaraju.

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Uma das vítimas foi encontrada dentro de um casebre com uma perfuração feita a bala na região da cabeça. Já o segundo morto, estava caído também com um tiro na cabeça, em meio a um matagal, próximo ao imóvel.

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Fidelcino disse que cometeu o crime por conta de uma dívida no valor de R$ 500,00.

Sul bahia News

 

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Conheça as novas regras das Eleições Municipais de 2016.


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A Lei nº 13.165/2015, conhecida como Reforma Eleitoral 2015, promoveu importantes alterações nas regras das eleições deste ano ao introduzir mudanças nas Leis n° 9.504/1997 (Lei das Eleições), nº 9.096/1995 (Lei dos Partidos Políticos) e nº 4.737/1965 (Código Eleitoral). Além de mudanças nos prazos para as convenções partidárias, filiação partidária e no tempo de campanha eleitoral, que foi reduzido, está proibido o financiamento eleitoral por pessoas jurídicas. Na prática, isso significa que as campanhas eleitorais deste ano serão financiadas exclusivamente por doações de pessoas físicas e pelos recursos do Fundo Partidário. Antes da aprovação da reforma, o Supremo Tribunal Federal (STF) já havia decidido pela inconstitucionalidade das doações de empresas a partidos e candidatos.

Outra mudança promovida pela Lei nº 13.165/2015 corresponde à alteração no prazo de filiação partidária. Quem quiser disputar as eleições em 2016 precisa filiar-se a um partido político até o dia 2 de abril, ou seja, seis meses antes da data do primeiro turno das eleições, que será realizado no dia 2 de outubro. Pela regra anterior, para disputar uma eleição, o cidadão precisava estar filiado a um partido político um ano antes do pleito.

Nas eleições deste ano, os políticos poderão se apresentar como pré-candidatos sem que isso configure propaganda eleitoral antecipada, mas desde que não haja pedido explícito de voto. A nova regra está prevista na Reforma Eleitoral 2015, que também permite que os pré-candidatos divulguem posições pessoais sobre questões políticas e possam ter suas qualidades exaltadas, inclusive em redes sociais ou em eventos com cobertura da imprensa.

A data de realização das convenções para a escolha dos candidatos pelos partidos e para deliberação sobre coligações também mudou. Agora, as convenções devem acontecer de 20 de julho a 5 de agosto de 2016. O prazo antigo determinava que as convenções partidárias deveriam ocorrer de 10 a 30 de junho do ano da eleição.

Outra alteração diz respeito ao prazo para registro de candidatos pelos partidos políticos e coligações nos cartórios, o que deve ocorrer até às 19h do dia 15 de agosto de 2016. A regra anterior estipulava que esse prazo terminava às 19h do dia 5 de julho.

A reforma também reduziu o tempo da campanha eleitoral de 90 para 45 dias, começando em 16 de agosto. O período de propaganda dos candidatos no rádio e na TV também foi diminuído de 45 para 35 dias, com início em 26 de agosto, no primeiro turno. Assim, a campanha terá dois blocos no rádio e dois na televisão com 10 minutos cada. Além dos blocos, os partidos terão direito a 70 minutos diários em inserções, que serão distribuídos entre os candidatos a prefeito (60%) e vereadores (40%). Em 2016, essas inserções somente poderão ser de 30 ou 60 segundos cada uma.

Do total do tempo de propaganda, 90% serão distribuídos proporcionalmente ao número de representantes que os partidos tenham na Câmara Federal. Os 10% restantes serão distribuídos igualitariamente. No caso de haver aliança entre legendas nas eleições majoritárias será considerada a soma dos deputados federais filiados aos seis maiores partidos da coligação.  Em se tratando de coligações para as eleições proporcionais, o tempo de propaganda será o resultado da soma do número de representantes de todos os partidos.

Por fim, a nova redação do caput do artigo 46 da Lei nº 9.504/1997, introduzida pela reforma eleitoral deste ano, passou a assegurar a participação em debates de candidatos dos partidos com representação superior a nove deputados federais e facultada a dos demais.

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Dalvadísio Lima não será mais candidato a prefeito de Itamaraju


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O pré-candidato a prefeito de Itamaraju pelo Partido dos Trabalhadores, Dalvadísio Lima, decidiu que não disputará mais a eleição. O comunicado foi dado oficialmente durante reunião, na sede do PT, no fim da tarde desse sábado, dia 13, que contou com a participação do presidente do PT, Raniere Botelho, do presidente do PC do B, Luciano Porto, dos vereadores Antônio Portugal, Ju e Paulo Vitor; do dirigente de brigada do MST, Leandro Costa; do dirigente da CUT, João Climário; e dos pré-candidatos a vereador da coligação ‘É Hora de Mudar’ (PT, PDT e PC do B).

Lima explicou que sofreu um forte desgaste por parte do diretório estadual do seu partido e do Governo do Estado, que tentaram, a todo custo, impor que ele fosse candidato a vice-prefeito numa composição com o Partido Progressista, do deputado federal Ronaldo Carletto, numa chapa encabeçada pelo vereador Léo Lopes. Por não compactuar com o tipo de política que o vereador realiza, ele não aceitou a composição e pretendia seguir com a candidatura própria, mas decidiu recuar após receber ligação do diretório estadual informando que haveria intervenção no partido. Dalvadísio após dialogar com a família, amigos, e membros do partido, concluiu que a melhor saída seria deixar a disputa para preservar a coligação proporcional dos vereadores, que sofreria junto com ele todo desgaste no processo.

Emocionado, Dalvadísio despediu-se da reunião agradecendo o apoio dos aliados. “É com o coração partido e um sentimento de profunda dor que anuncio aos amigos, companheiros políticos, militantes e simpatizantes da nossa candidatura, que não irei mais concorrer nesta eleição, mas agradeço imensamente a todos que dedicaram parte do seu tempo, da sua vida, para nos acompanhar e juntos sonharmos em construir dias melhores para essa cidade que me acolheu e que eu tanto amo”, disse.

Entenda os fatos

A candidatura de Dalvadísio foi definida em Convenção Municipal, no dia 03 de agosto, realizada na Câmara de Vereadores com presenças do Deputado Federal Valmir Assunção (PT) e do Deputado Estadual Bira Corôa (PT), além de lideranças de todas as forças políticas do partido. Tratava-se de uma candidatura de consenso no PT, uma vez que Dalvadísio disputou as ultimas eleições municipais em 2012, onde obteve quase 13 mil votos, e reunia apoio de todas as forças internas do partido, além de importantes sindicatos, associações e movimentos sociais.

A confusão se instaurou após o Partido Progressista (PP), ter realizado sua convenção e confirmado a candidatura de Léo Lopes, na sexta-feira dia 05. Na oportunidade o deputado Ronaldo Carletto anunciou que o vice na chapa do seu candidato viria do PT. Naquela mesma noite, após a convenção, o secretário de Relações Institucionais do governo da Bahia, Josias Gomes, desembarcou em Itamaraju, onde declarou em pronunciamento em emissora de rádio, que o governador Rui Costa apoiará a candidatura de Léo Lopes a prefeito da cidade e que caberia ao PT a indicação do vice.

A postura do governo estadual pegou a militância petista de surpresa, uma vez que o vereador Léo Lopes, nas últimas eleições gerais, fez campanha aberta para Paulo Souto (DEM), principal opositor do governo Rui Costa, enquanto que Dalvadisio Lima, foi a principal liderança a conduzir campanha para o atual governador no município. Para a militância petista, a postura de Rui foi de total desrespeito, ingratidão e traição àqueles que dedicaram uma vida inteira ao PT de Itamaraju.

Bastante consternada, a militância petista mostrou-se solidária à Dalvadísio, insistindo para que ele se mantivesse na disputa, mas compreendeu e respeitou seus motivos.

Amanhã ao meio dia Dalvadísio Lima estará dando uma entrevista na rádio Extremo Sul AM 830 khz.

 

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Em reunião, Lula diz que carta de Dilma não é ‘tão essencial’; PT trabalha com 10 indecisos


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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu na noite desta quarta-feira (10) com deputados e senadores em Brasília para avaliar o quadro do processo de impeachment. Segundo informações do jornal O Globo, ele disse aos presentes que não achava “tão essencial” a carta que a presidente Dilma Rousseff deve divulgar nos próximos dias, na qual defenderá a realização de um plebiscito para convocar novas eleições. “Ele não acha a carta tão essencial, ele acha que o importante é a presidente Dilma se aproximar dos senadores, fazer o olho no olho, com mais afago, mais abraços e beijos, mais café, mais tudo”, relatou o deputado Vicente Cândido (PT-SP). Dilma ainda trabalha nos últimos ajustes do texto. Senadores afirmam que ela decidiu fazer uma versão mais curta, com foco na ideia do plebiscito – ideia refutada pelo presidente do partido, que considera “inviável” a consulta popular. No encontro, Lula também disse, de acordo com parlamentares, que ainda é possível reverter o cenário no Senado. Os petistas calculam um grupo de cerca de dez senadores que ainda poderiam mudar de voto. A intenção é que Dilma invista em fazer um contato maior com eles agora. Mesmo assim, o ex-presidente pediu a todos que “trabalhem com os dois cenários”, e que, caso o impeachment seja aprovado, que o PT se posicione como oposição mais ferrenha ao governo do presidente interino Michel Temer. “Estamos fazendo oposição, e ele falou que temos que ter as duas alternativas, o cenário da volta da presidente e o do impeachment. Se ela for impichada mesmo, vamos fazer oposição”, afirmou Rui Falcão.

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