Pai espanca filho com barra de ferro por ‘raiva’ do fim do casamento.


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Um homem de 36 anos espancou o filho de 11 com uma barra de ferro, na noite deste domingo (30), por não aprovar o fim do relacionamento com a mãe do menino. O crime aconteceu em Lagoa de Pedras, que fica a 50 km de Natal, no Rio Grande do Norte.

De acordo com o G1, a polícia está buscando o paradeiro do homem. A mãe está em choque.

“Foi o pai dele quem o espancou porque ficou com raiva do fim do nosso casamento. Agora estamos todos com medo de morrer”, disse a mulher em entrevista ao G1.

A mãe do menino fez exame de corpo de delito.

“Estou amedrontada. Ele também tentou me matar. Foi atrás de mim bem cedinho, logo que o dia nasceu. Só que eu tinha acabado de sair de casa com minha mãe. Ele tentou passar com o carro por cima da gente duas vezes. Graças a Deus conseguimos correr”, contou.

A Delegacia Regional da Polícia Civil investiga o caso.

Vídeo: Imagens fortes: preso é torturado por policiais na Bahia


Uma cena chocante de violência foi registrada em um vídeo e divulgado na redes sociais. Policiais do estado da Bahia torturam um preso algemado com pauladas e cacetadas, enquanto ele tenta correr para escapar das agressões. 

A violência começa dentro da viatura. Até o momento não se sabe qual foi o crime cometido pelo homem.

O que chama a atenção é a conduta dos policiais, que agem fora da lei, demonstrando grande abuso de poder. De acordo com a publicação na página do Facebook feita pelo deputado federal Jean Wyllys, a tortura é uma prática vedada para os países signatários da Carta de Direitos Humanos da ONU, sendo o Brasil eleito na última sexta-feira (28) para o Conselho de Direitos Humanos da ONU.

“A Secretaria de Segurança Pública do Estado da Bahia, o comandante da PM, coronel Anselmo, e o governador do estado, Rui Costa, do PT, devem atuar para esclarecer os fatos sobre essas imagens. Esses policiais demonstraram em fortes evidências que não têm preparo para atuar como agentes que garantem o cumprimento da lei. É preciso afastá-los, inclusive para que outras na corporação não se sintam à vontade para torturarem quem acharem que devem. As consequências de um poder policial contaminado por essa lógica seriam desastrosas para toda sociedade“, escreveu o deputado.

Presos matam colega e deixam recado para juiz no corpo da vítima


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Cerca de 70 presos do Complexo Policial de Barreiras, no oeste da Bahia, mataram um colega de cela a facadas e deixaram um recado no corpo dele para o juiz do município, na madrugada do domingo (30).  As informações foram confirmadas ao G1, nesta segunda-feira (31), pelo delegado Joaquim Rodrigues, titular da Delegacia de Barreiras.

De acordo com o delegado, os presos usaram pasta de dente e o próprio sangue da vítima para escrever a frase “solta, Gabriel”, que faz referência ao juiz Gabriel Morais, no corpo do homem.

A vítima foi encontrada pendurada de cabeça para baixo com lençóis em uma viga, na parede da cela. O recado seria um pedido para que o juiz determinasse a soltura de presos no local. O G1 tentou falar com o juiz, mas não conseguiu contato.

De acordo com o delegado, os presos teriam cometido o crime por terem se sentido intimidados, após a vítima ter dito que seria capaz de matar alguém enquanto a pessoa estivesse dormindo.

“Ele disse que já matou um dormindo e seria capaz de matar mais dois”, disse Rodrigues.

Segundo o delegado, o crime foi percebido por conta do barulho feito pelos presos durante a ação. Os agentes chegaram a acionar a Polícia Militar para auxiliar na situação, por temerem ser uma rebelião, mas quando conseguiram entrar na ala das celas, o homem já estava morto.

Conforme o delegado Joaquim Rodrigues, o preso morto havia sido transferido para a carceragem há pouco tempo. Ele tinha sido preso por homicídio, no município de São Desidério, distante cerca de 27 km de Barreiras.

O delegado informou que o corpo da vítima foi encaminhado para o IML (Instituto Médico Legal) de Barreiras. Não há informações sobre o sepultamento dele. O caso está sob investigação do DHPP (Departamento de Homicídio e Porteção à Pessoa).

Ainda de acordo com o delegado, a carceragem do complexo possui capacidade para 28 presos, mas, atualmente, abriga cerca de 130.

O número corresponde a mais de quatro vezes o limite.

Insetos retirados de corpos já ajudaram polícia a elucidar 48 crimes


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Moscas catalogadas após serem ‘criadas’ em estufas (Foto: Betto Jr. /CORREIO)

Larvas e insetos se tornam aliados da polícia e podem solucionar assassinatos apontando a hora da morte e se houve deslocamento do corpo, por exemplo

Nada como um inseto para testemunhar um assassinato. Ele é a fonte mais confiável para dizer quando a vítima morreu, em que local o crime aconteceu e até se drogas e algum tipo de veneno foram, eventualmente, utilizados no ato. E tudo o que ele precisa para sanar dúvidas de quem busca solucionar assassinatos é de uma certa maturidade – um tempo de desenvolvimento em estufas de laboratório, com dieta restrita, até atingir a fase adulta. Este ano, eles “testemunharam”  48 casos na Bahia.

O mais recente é o caso do médico Luiz Carlos Correia Oliveira, cujo corpo foi encontrado em estado avançado de esqueletização no último dia 14.  Em geral, os insetos são capazes de passar por um “interrogatório” duas semanas após serem encontrados em cadáveres. E na Bahia, quem “traduz” as respostas dadas por eles é a equipe de Entomologia Forense do Departamento de Polícia Técnica (DPT), formada pelos peritos criminais e entomólogos Torriceli Sousa Thé e Vanessa Morato, além de dois estagiários do curso de Biologia: Ramon Lima e Paulo Davi.

“Os insetos mais comuns encontrados nas nossas perícias são insetos urbanos, aqueles que convivem com humanos, os chamados sinantrópicos”, explica a bióloga, perita criminal e entomóloga Vanessa Morato. Segundo ela, os mais comuns são espécies próprias de climas tropicais, como moscas e besouros, que compõem a chamada fauna cadavérica.

O nome pode não ser dos mais convidativos, mas o testemunho dos insetos é essencial para solucionar  crimes. “Nós somos consultados, principalmente, para estimativa de intervalo pós-morte e, com menos frequência, para saber se houve deslocamento de cadáver”, explica o perito criminal, biólogo, mestre e doutor em Patologia Humana e pós-doutor em Entomologia Forense pela Fiocruz/Ufba, Torriceli Souza Thé.

O laboratório onde eles trabalham funciona nas dependências do Departamento de Polícia Técnica da Bahia (DPT), nos Barris, e foi inaugurado em 2007. É um dos dois únicos no país com coordenação própria na Polícia Técnica. O outro fica na Paraíba. O estado do Rio de Janeiro já teve uma coordenação própria. Hoje, no entanto, busca implantar um laboratório nas dependências do Instituto Médico-Legal. Quando o serviço é requisitado, uma das peritas da equipe, também entomóloga, faz o que pode.

Delatores
Apesar da carência de profissionais especializados e de espaços dedicados à Entomologia, os bichinhos costumam ser convincentes e fornecem respostas essenciais à resolução de crimes, especialmente quando não há testemunhas oculares do fato. O nível de decomposição de um cadáver não é capaz de dizer, por si só, quando aquela pessoa morreu – mas os insetos podem.

Os bichos também são bons delatores quando, numa tentativa de despistar um assassinato, o corpo é retirado do local do crime e deixado em outro. Segundo Torriceli Thé, há insetos próprios de um tipo de vegetação ou área. Encontrar uma espécie de mosca típica de Mata Atlântica num cadáver localizado em uma área de vegetação de restinga, por exemplo, é um indicativo de que o crime pode ter ocorrido num local diferente de onde o corpo foi localizado.

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Essencial
Em locais onde não há o trabalho da Entomologia Forense, quesitos como hora da morte e possibilidade de deslocamento do corpo ficam sem resposta. “Essas questões ficam como inconclusivas, porque os preceitos da Medicina Legal, que levam em conta a questão da rigidez cadavérica para determinar o horário da morte, foram feitos em países com clima diferente do nosso, então não se aplicam aqui”, afirma Torriceli.

O trabalho também é fundamental nos casos em que o corpo está em estado avançado de decomposição. “É possível encontrar informações genéticas no trato intestinal dos insetos, além de vestígios de alimentos consumidos pela vítima”, diz o entomólogo. Nesses casos, a entomotoxicologia forense é capaz de fornecer informações sobre substâncias encontradas em corpos em estado avançado de decomposição, enquanto a entomogenética oferece perfil de DNA da vítima.

Apesar da importância do trabalho, a presença do entomologista forense – aquele que traduz o que diz o inseto – ainda é pouco frequente. Faltam profissionais especializados, inclusive na Bahia. Para Torriceli, o ideal seria que o laboratório tivesse pelo menos quatro peritos – são dois. Mesmo assim, o laboratório baiano serve de referência para uma série de trabalhos acadêmicos: nos últimos nove anos, foram quatro dissertações de mestrado, uma tese de doutorado e inúmeros trabalhos de conclusão de curso de graduação. A parceria venceu três editais de financiamento.

É a parceria com a academia – no caso baiano, com a Universidade Federal da Bahia (Ufba) e a Faculdade Bahiana de Medicina e Saúde Pública – que assegura o funcionamento. Foi a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb) quem investiu R$ 350 mil no laboratório, incluindo equipamentos e pessoal.

Fragmentos
Embora contribuam para a conclusão do laudo cadavérico, os entomólogos raramente conhecem o desfecho do trabalho. Isso porque as informações encontradas por eles são uma etapa da perícia. Eles também não são informados sobre a identidade da vítima onde as larvas ou insetos foram encontrados.

“Principalmente para ser imparcial, nós só recebemos a larva do animal e o número da perícia. Se eu vejo que tem algum dado que não está batendo e está atrapalhando, eu converso com o médico legista e pergunto”, explica Vanessa. Uma demanda do laboratório, segundo Torriceli, é justamente conhecer um pouco mais sobre o resultado do trabalho realizado no laboratório.

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Promotores criminais desconhecem técnica de investigação
Quando recebem o inquérito policial sobre um homicídio, promotores criminais também têm a sua disposição o laudo cadavérico, com informações da perícia feita no Departamento de Polícia Técnica (DPT). Mas, apesar de achar interessante o trabalho, o promotor criminal Davi Gallo, do Ministério Público da Bahia, nunca tinha ouvido falar da Entomologia Forense – foi informado, aliás, pelo CORREIO.

“É realmente interessante, mas nesse tempo todo que eu tenho na área, nunca tinha ouvido falar, nem encontrei nos laudos nada sobre o aparecimento dessa especialidade. Nessa parte de crimes dolosos, essa questão realmente fica a cargo de nós, promotores criminais e nós sempre conversamos, mas nunca sobre a respeito disso”, afirma.

O delegado Adailton Adan pontua  que a questão do tempo de morte é muito importante para a investigação de casos de homicídios. “Determinadas evidências da morte só podem ser desvendadas por uma equipe dessa natureza. E a determinação do  tempo de morte é preponderante para a investigação”, avalia. O trabalho, destaca Adan, torna mais técnica a investigação, a partir da coleta e embasamento em provas científicas.

Três detentos do semiaberto fogem do presídio de Teixeira


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Lázaro moraes, marcelo Sena e Beltran Almeida fugiram do Conjunto Penal de Teixeira de Freitas, na manhã deste domingo, 30 de outubro.

Os detentos, fugiram pelo anexo onde estavam custodiados os internos do Regime Semiaberto. Eles furaram o alambrado e abriram um buraco no muro que dá acesso a parte externa, fora do alcance das câmeras de monitoramento.

Lázaro foi preso em  06 de fevereiro de 2014 em Linhares, ele foi condenado a 10 anos e 8 meses de regime fechado, porém, no dia 18 de agosto, progrediu para o semiaberto. Já Marcelo foi preso em Itamaraju, junto com mais dois comparsas.

Beltrano foi condenado a 13 anos 05 meses pela comarca do prado, ele foi preso em 29 de novembro de 2009, e progrediu para o regime semiaberto em 31 setembro de 2013.

Com esse ato, os detentos poderão ser regredidos para o regime fechado. Será instaurado um procedimento apuratório.

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Autor de crime bárbaro em Posto da Mata morre em confronto com militares da 89ª CIPM


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Nova Viçosa: Na tarde desta sexta-feira, 28 de outubro, policiais militares da 89ª CIPM e do PETO, com apoio do Coordenador de área, realizavam buscas e diligências a fim de localizar Alison Soares dos Santos, vulgo “Pita”, homicida e ex-presidiário, que era o principal suspeito de ser autor do homicídio que vitimou Wilson Fernandes de Souza, 45 anos de idade, em parceria com o suspeito Rosenilton, que foi preso ainda pela manhã.

Os militares receberam uma denúncia anônima informando que o suspeito estaria escondido nos fundos da Rua Aracruz no Bairro Baía dos Anjos em Posto da Mata. Assim que chegaram ao local, os militares montaram cerco, mas, foram surpreendidos pelo criminoso, que tentando escapar do cerco policial atirou contra os militares. Assustados com a ação do meliante, os militares buscaram refúgio e responderam às investidas do criminoso.

Durante troca de tiros, o “Pita” foi alvejado, e, imediatamente, socorrido ao Hospital Municipal, mas, não resistiu e morreu momentos depois de dar entrada na Unidade Hospitalar. A arma usada por ele foi apreendida e encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de Posto da Mata, onde a morte de Alison foi informada e o caso registrado e apresentado ao delegado titular, Maderson Souza Dias.

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Com a morte de Alison, a Polícia Civil voltará a ouvir Rosenilton acerca da morte de Wilson, já que a real motivação de tamanha crueldade e violência ainda não foi revelada. O corpo de Pita segue no Hospital Municipal de Posto da Mata, e o delegado solicitou remoção. O corpo será encaminhado ao IML de Teixeira de Freitas, onde será necropsiado e, logo após, liberado aos familiares para velório e sepultamento.

Segundo a polícia, o crime tem características de latrocínio e que os suspeitos eram contumazes em crimes de roubo. Já o Rosenilton alega que a motivação foi por dívida de drogas.

Por: Rafael Vedra/Liberdadenews

Comerciante é morto a tiros em Porto Seguro


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De acordo com as informações, a Polícia Militar já prendeu um suspeito de ter praticado o crime. O corpo do comerciante foi encontrado ao lado de um veículo que provavelmente lhe pertencia.

Uma equipe do SAMU ainda esteve no local do crime, mas o homem já tinha ido a óbito.

Ainda segundo as informações, a vítima tinha uma franquia em um shopping da cidade.

(Fonte Atlantica News)

Três bandidos morrem e cinco pessoas ficam feridas em assalto a ônibus


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Um assalto a um ônibus da empresa São Luiz terminou com três bandidos mortos e cinco pessoas feridas na madrugada deste domingo (23), nas proximidades do município baiano de Lamarão. Segundo informações publicadas pelo site Acorda Cidades, o ataque dos criminosos aconteceu no município de Tanquinho.

Ainda de acordo com a publicação, um homem que se identificou como policial trocou tiros com os bandidos quando o transporte estava próximo a Lamarão. Além dos criminosos, três passageiros também se feriram durante o tiroteio, entre eles o cobrador da empresa Nakson Oliveira Lima, de 37 anos.

Dois suspeitos feridos conseguiram fugir levando o ônibus. Eles abandonaram o veículo próximo ao distrito de São José e seguiram a pé pelo mato. De acordo com informações da polícia, publicadas pelo Acorda Cidade, foram apreendidos dentro do ônibus dois revólveres calibre 38 com todos os cartuchos deflagrados e vários estojos de pistola.

Por Redação Bocão News | Fotos: Leitor – Bocão News

Menina de 15 anos é morta com tiros na cabeça em Barra de São Francisco


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O delegado acredita que o homicídio esteja ligado ao tráfico de drogas

Uma adolescente de 15 anos foi morta a tiros no bairro Vila Luciene, em Barra de São Francisco. O crime aconteceu neste domingo (23), por volta das 0h.
Segundo o delegado que investiga o caso, Leonardo Forattini Dutra, Brenda Kethlen Lino Batista estava no bairro Vila Luciene, local mais afastado da cidade, quando duas pessoas desceram de uma moto e foram até uma lanchonete efetuar os disparos em direção à vítima.
Testemunhas relataram que os bandidos estavam encapuzados e desceram da moto atirando. Foram realizados mais de dez disparos, atingindo mais duas pessoas que estavam no local.
O delegado não soube informar quantos disparos atingiram Brenda, mas ele relatou que foram todos na cabeça. Ela foi levada ao hospital, mas não resistiu e morreu. As outras duas pessoas passam bem.
O delegado acredita que o homicídio esteja ligado ao tráfico de drogas. Ele informou que já sabe quem são os suspeitos, mas preferiu não divulgar o nome para não atrapalhar as investigações.
Fonte: GazetaOnLine

Briga entre facções em presídio termina com 25 mortos


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Vinte e cinco presos morreram no domingo (16) durante uma rebelião na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, em Boa Vista, Roraima. Cerca de 100 familiares de presos foram feitos reféns, mas liberadas após intervenção da Polícia Militar.
O confronto entre as facções começou durante o horário de visitas quando homens de uma das alas quebraram os cadeados e invadiram outra ala do presídio. De acordo com a Polícia Militar, entre os mortos, sete foram decapitados e seis foram queimados.
O presídio é a maior unidade prisional de Roraima com capacidade para 740 vagas, mas atualmente está superlotado, com 1.400 presos.